Sinopse
Nos momentos de grande mudança surge a incerteza, a insegurança, a angústia. A sombra do desemprego, a instabilidade financeira e social, as poucas perspectivas de futuro para os seus filhos, as notícias sempre negativas. Os planos que tinha já não fazem sentido. Não encontra objectivos que o estimulem. Não sabe como enfrentar as adversidades. Perdeu as certezas sobre quase tudo. Sente-se perdido E acha que o melhor é fechar-se no seu «espaço de conforto».
No entanto, é nos momentos de maior adversidade que podemos romper com estas fronteiras que impusemos a nós próprios e ganhamos coragem para enfrentar as mudanças de forma positiva. A crise é uma oportunidade única de mudança. Quem o garante são os psicólogos Maria do Carmo Oliveira e Manuel de Oliveira que, ao longo destas páginas, nos explicam como nos libertarmos dos nossos padrões normais de funcionamento e comportamento, para vivermos uma nova vida, cheia de entusiasmo, alegria, sonhos, coragem e paixão. Com histórias reais, exercícios práticos e estratégias claras, os autores utilizam os mecanismos da psicologia positiva e da neurociência para ajudarem a despertar o nosso enorme potencial. Chega de lamentos e de queixas. Em vez de cruzar os braços, arregace as mangas.
Autores
Maria do Carmo Oliveira é formada em Psicologia, mestre com tese defendida na área do optimismo. É membro fundador da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva e fundadora do Clube do Optimismo.
Manuel de Oliveira é licenciado em Psicologia, membro fundador da Associação Portuguesa de Estudos e Intervenção em Psicologia Positiva. Fundador e director do Clube do Optimismo.
O livro será apresentado por Fátima Lopes e Helena Marujo.
Sinopse
Com este livro, a Sara e o Nuno dão a conhecer o significado dos principais sinais de trânsito e relembram quais são as regras importantes para todos aqueles que têm de andar na rua, em várias situações. Aqui, tudo é explicado de uma forma simples e divertida. Ao repetir os avisos e conselhos, vai-se decorando sem dificuldade.
O livro será apresentado pela autora, Fátima Sobral.
Sinopse
Em "Fazer" (que poderia ter-se chamado Como não fazer este livro) o autor explica detalhadamente a diferença entre aquilo que temos para fazer e aquilo que fazemos efectivamente.
À primeira vista, o leitor poderá julgar que se trata de uma diferença óbvia, que não necessitaria de explicação. À primeira vista, o leitor tem razão. No entanto, Paulo Morgado, com a escrita finamente mordaz que lhe é peculiar, arrisca fazer uma aposta com o leitor: que é capaz de desfilar mesmo à sua frente como é que até o livro que o leitor está a ler, e que julgava feito, não foi, afinal, feito! Como é que o livro que o leitor está a ler não foi feito? Um truque de ilusionismo? Uma charada de lógica? Talvez. Mas, acima de tudo, um muito divertido exercício literário que é, ao mesmo tempo, genial na formulação e acessível na leitura, uma vez que está estruturado em torno de 200 intrincados conselhos amigos oferecidos à personagem principal deste livro, para que esta evite (pensa ela) a canseira que dá o fazer.
Mais um subtil alerta de Paulo Morgado, um dos mais prestigiados gestores portugueses, que aqui prognostica o mal da procrastinação, levando ao extremo o ditado que diz: "deixa para amanhã o que podes fazer hoje".
Autor
Sinopse
Quando o médico português Rodrigo Lopes chega a Londres, logo após a ascensão ao trono da nova rainha de Inglaterra, estava longe de imaginar que o seu destino se cruzaria com o da poderosa Isabel I. Filha de Henrique VIII e da controversa Ana Bolena, a jovem princesa foi obrigada a percorrer um longo e árduo caminho até ao trono de Inglaterra.
Com a morte de D. Sebastião em Alcácer Quibir e o trono português a ser ocupado por Espanha, os olhos do mundo voltam-se para Portugal. E quem melhor do que Rodrigo Lopes para levar à rainha e aos seus conselheiros privados informações sobre o reino onde tudo se joga. Entre os dois nasce uma enorme cumplicidade, mas cedo o médico judeu se vê envolvido nas teias do poder, da traição e da ambição, e nem a rainha o conseguirá salvar de um destino trágico.
A jornalista Isabel Machado, no seu romance de estreia, leva-nos até à luxuosa corte de Isabel I. A rainha astuta que casou com o seu reino e que muitos garantem que morreu virgem. Sem marido, nem descendência, marcou para sempre a História de Inglaterra ao impor uma Igreja Anglicana moderada e ao conseguir um longo período de paz e prosperidade económica, abrindo o país às artes e ao mundo. Isabel soltou o seu último suspiro aos 69 anos de idade. Melancólica e saudosa de todos os que partiram antes dela. No pensamento, Robert Dudley o homem que amou durante toda a vida…
Autora
Isabel Machado é jornalista, nasceu em Lisboa e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Nos anos 80 venceu o primeiro prémio nacional de um concurso europeu de dissertação, promovido pela Alliance Française de Paris e, em 2003, foi-lhe atribuído um prémio de jornalismo da fundação Roche e da Liga Portuguesa Contra o Cancro, por uma reportagem publicada na revista LuxWoman sobre cancro infantil. Em Portugal, foi pivot do Canal Parlamento desde 2003 até Janeiro de 2011.
O livro será apresentado por Esther Mucznik.
Os Solistas da Orquestra Metropolitana de Lisboa voltam ao El Corte Inglés de Lisboa para um novo ciclo de concertos de câmara comentados pelo músico e compositor Alexandre Delgado.
Constituídos por intérpretes da Orquestra Metropolitana de Lisboa, os grupos a apresentar trazem até ao palco, numa ligação muito próxima do público, os reportórios mais variados, cobrindo a história da música de câmara e dos seus autores. A música de câmara ou a solo é por inerência um momento de grande cumplicidade entre os dois lados do palco.
Quinta-feira, 19 de Janeiro, 19h00, El Corte Inglés de Lisboa
Recital de Violino e Harpa – Solistas da Metropolitana
Liviu Scripcaru violino
Stéphanie Manzo harpa
Obras de:
Camille Saint-Saëns
Ludwig Spohr
Quinta-feira, 23 de Fevereiro, 19h00, El Corte Inglés de Lisboa
Quarteto de Cordas Joly Braga Santos – Solistas da Metropolitana
Ana Pereira violino
Ágnes Sárosi violino
Irma Skenderi viola
Marco Pereira violoncelo
Obras de:
Charles Martin Loeffler
Joly Braga Santos
Quinta-feira, 22 de Março, 19h00, El Corte Inglés de Lisboa
MÚSICA BARROCA – CONCERTO A QUATTRO – Solistas da Metropolitana
Franz Dörsam fagote
Bertrand Raoulx fagote
Jérôme Arnouf trompa
Marcos Magalhães cravo
Obras de:
Giacobbe Cervetto
Georg Philipp Telemann
George Frideric Handel
Joseph Kenn
Lisboa - Sessões todas as Sextas-feiras, das 17h às 18, no Piso 5