1.ª Sessão do Ciclo Conhecer os Clássicos: "Contos" de Eça de Queirós por Carlos Reis
Âmbito Cultural

1.ª Sessão do Ciclo Conhecer os Clássicos: "Contos" de Eça de Queirós por Carlos Reis

Conferências
DATA
08 de abr. às 18:30 h.
LOCAL
El Corte Inglés Lisboa - Avda. António Augusto de Aguiar, 31, 1069-413 Lisboa - SALA 2 DO ÂMBITO CULTURAL, PISO 6
ORADOR
Carlos Reis
ESGOTADO

As inscrições para o evento terminaram em 07/04/2025


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DESCRIÇÃO

O Âmbito Cultural do El Corte Inglés tem o prazer de convidar para a 1.ª sessão do Ciclo Conhecer os Clássicos, "Contos" de Eça de Queirós, por Carlos Reis, a realizar-se no dia 8 de abril pelas 18h30, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa.


Sinopse

Porque é um clássico, um clássico? Porque continua a ser lido, seja 10, 100 ou 1000 anos depois de ter sido escrito? Um clássico possui certas características que o tornam universal, transversal, atual; interpela o leitor, provoca-o, fá-lo questionar-se, conforta-o. Um clássico é um mundo num livro. Continue a «Conhecer os Clássicos» no El Corte Inglés de Lisboa, com um novo ciclo de sessões que abrem novas perspetivas sobre clássicos de sempre. Depois das introduções que assinaram para a icónica coleção Penguin Clássicos, oiçamos, em abril, Carlos Reis sobre Contos, de Eça de Queirós; em maio, André Barata fala-nos Do Contrato Social, de Jean-Jacques Rousseau; e em junho, Pedro Sobrado apresenta Bartleby, O Escrivão, de Herman Melville.


Biografia 

Carlos Reis é professor catedrático emérito da Universidade de Coimbra, sendo especialista em Estudos Narrativos e Literatura Portuguesa dos séculos XIX e XX, sobretudo em estudos queirosianos. Autor de mais de trinta livros, ensinou em universidades da Europa, EUA e Brasil. Dirige a Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós e coordenou a História Crítica da Literatura Portuguesa. Foi diretor da Biblioteca Nacional, reitor da Universidade Aberta e presidente da Associação Internacional de Lusitanistas e da European Association of Distance Teaching Universities. Foi distinguido com os prémios Jacinto do Prado Coelho (1996), Eduardo Lourenço (2019) e Vergílio Ferreira (2020).