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O Âmbito Cultural do El Corte Inglés e a "Exemplo Extremo" tem o prazer de convidar para o Ciclo Poemar Consigo "Todos os Natais", por Isaque Ferreira, a realizar-se no dia 09 de Dezembro, pelas 18:30 horas, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Gaia – Piso 6.
Sinopse
Há mais de dois mil anos que um acontecimento simples transformou a humanidade. É nesse mistério e na sua abundância de significados que se inspira este TODOS OS NATAIS.
Esta sessão é uma viagem profunda aos inesgotáveis recursos da literatura portuguesa sobre o ciclo da quadra natalícia. Conduzidos, numa escolha literária criteriosa, pela voz de Isaque Ferreira — que a instantes convoca os registos discográficos dos próprios poetas e de outros intérpretes —, somos convidados a reflectir sobre a convivência pacífica, a família, o presépio e a ceia. Sem fugir a outras realidades, a abordagem confronta o consumismo, a superficialidade do aparato e o que há de transitório nesta época, fazendo-nos mergulhar num acumular de sentimentos contraditórios.
Venha descobrir por que razão, afinal, a poesia é o verdadeiro Natal.
Biografia
Isaque Ferreira
Leitor de poesia. Programador cultural. Bibliófilo.
Uma das vozes assíduas nas Quintas de Leitura (Porto). Diz poesia em todo o lado. Coordena os Ciclos Música e Poesia e Oficina Locomovente da Poesia (FCM, Famalicão), Poesia na Relva (Paredes de Coura), Vozes Transeuntes (Correntes d’Escritas, Póvoa de Varzim). Integra Caixa Geral de Despojos e Stand Up Poetry. Responsável do laboratório Para que alguns a possam amar. Orienta os laboratórios Poesia Maldita e Expresso Poesia (Matosinhos). Coordenou homenagem a António Reis (Gaia) e Terças com Poesia (Figueira da Foz). Programador do REALIZAR:poesia (Paredes de Coura), MANIFESTUM arte de dizer (Valongo), JUSTIÇA em Poesia & Música (Tribunal da Relação do Porto). Curador de MIL ANOS ME SEPARAM DE AMANHÃ – viagem ao universo de Mário de Sá-Carneiro no centenário da sua morte (Paredes de Coura) e Reencontro com Vergílio Ferreira (Porto). Participa em Terceiro Pano (de João Filipe Jorge), Dia de Visita e A Bicicleta (de Luís Vieira Campos), As Cartas do Rei Artur (de Cláudia Rita Oliveira) e Decrescente (de Saguenail). Antologiou a obra poética de João Habitualmente Um dia tudo isto será meu, Língua de Mar, Esses Ossos e Voz Própria. Dirige a EXEMPLO EXTREMO. Está a ler.
Uma oportunidade para observar de perto a mecânica por trás da música que se lê e da poesia que se canta.