Daimon: Poesia Reunida 1996-2026
Âmbito Cultural

Daimon: Poesia Reunida 1996-2026

Apresentação de livro
DATA
31 de out. às 16:30 h.
LOCAL
El Corte Inglés Lisboa - Avda. António Augusto de Aguiar, 31, 1069-413 Lisboa - SALA 2 DO ÂMBITO CULTURAL, PISO 6
ORADOR
António Carlos Cortez e Lídia Jorge
Tem interesse neste evento?
INFORMATIVO

Evento aberto ao público.


DESCRIÇÃO

O Âmbito Cultural do El Corte Inglés e a Imprensa Nacional Casa da Moeda têm o prazer de convidar para o lançamento do livro Daimon: Poesia Reunida 1996-2026, de António Carlos Cortez, a realizar-se no dia 31 de outubro pelas 16:30, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa. A apresentação ficará a cargo da escritora Lídia Jorge. Estarão igualmente presentes Jorge Reis-Sá coordenador da coleção Plural, Nuno Sampaio, Presidente do Conselho de Administração da INCM, Duarte Azinheira e Cláudio Garrudo, diretor e diretor adjunto da Unidade de Edição e Cultura INCM.


Sinopse

Daimon reúne trinta anos de poesia, «o lugar onde a linguagem se sonha, ganha consciência de si — uma arte da memória», nas palavras de Luís Quintais.

A convocação do demónio socrático para título do presente livro coloca como ponto de partida da criação poética a confiança do poeta para lá de si mesmo: uma espécie de inspiração inabalável que no exercício da razão lhe resiste e se faz visão de que há o que não é visto nem dito e que, no entanto, se diz em palavras cantadas, as da poesia.


Biografia

António Carlos Cortez nasceu em Lisboa em 1976. É poeta, ensaísta, crítico literário e professor de literatura portuguesa e de clássicos da literatura. Publicou, desde 1999, quinze livros de poesia e seis de ensaio, os últimos dos quais Para Ler Camões e O Fim da Educação, ambos em 2025, tendo este último vencido, já em 2026, o Prémio de Ensaio Jacinto Prado Coelho da Associação Portuguesa de Críticos Literários. É também autor do romance Um Dia Lusíada (2022) e do livro de contos Cenas Portuguesas (2024). O seu último livro foi Uma Estória de Os Lusíadas (2026), uma recriação da épica camoniana. Distinguido inúmeras vezes pela sua poesia, nomeadamente em 2011 com Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para melhor livro de poesia, atribuído a Depois de Dezembro, em 2016 com o Prémio Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores, atribuído a A Dor Concreta, em 2020 com o Prémio de Poesia Ruy Belo da Câmara Municipal de Sintra e o Prémio António Gedeão da FENPROF, atribuídos a Jaguar, e em 2022 com o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho da Associação Portuguesa de Escritores, atribuído a Diamante.