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Daniel Canogar apresenta “Scroll”

uma obra exclusiva criada a partir de algoritmos da loja online do El Corte Inglés

  • Através de um algoritmo baseado nos códigos de barras, a obra utiliza os produtos mais procurados da página online do El Corte Inglés para gerar uma imagem que segue a cadeia dos dados, e tem a peculiaridade de ser criada em tempo real.
  • A fachada do El Corte Inglés de Lisboa, à semelhança de múltiplos suportes técnicos das lojas físicas do grupo, dão corpo à expressão do artista.
  • O principal conceito do projecto artístico de Daniel Canogar é a referência à evolução do retalho, desde as montras tradicionais até ao comércio online.
  • A obra de Daniel Canogar poderá ser vista em formato vídeo nos vários ecrãs dos Grandes Armazéns do El Corte Inglés em Portugal e Espanha.

 

Lisboa, 19 de Fevereiro de 2020:

Daniel Canogar apresenta amanhã, dia 20 de Fevereiro, às 18h30, na Sala de Âmbito Cultural do El Corte Inglés de Lisboa, Piso 6, a obra “Scroll”, criada exclusivamente para o El Corte Inglés. A apresentação estará a cargo do próprio artista, de Emília Ferreira, directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) e Adelaide Ginga, curadora do MNAC que fez a curadoria da última exposição do artista em Portugal. A sua obra generativa estará exposta no ecrã gigante do El Corte Inglés de Lisboa e nos ecrãs das lojas de Lisboa e Gaia. Em Espanha a obra, além de exposta nos ecrãs, está ainda nas montras das várias lojas até dia 1 de Março. O projecto, cuja curadora é Paloma Martín Llopis, decorre no âmbito das actividades da ARCOmadrid 2020, a Feira Internacional de Arte Contemporânea que começa no próximo dia 26 de Fevereiro no recinto da IFEMA, em Madrid.

“Scroll” é uma criação generativa que se transforma através de um algoritmo as imagens dos produtos da página online do El Corte Inglés até os converter num fluxo de imagens abstractas.

A arte generativa está viva, nunca oferece a mesma composição e reage transformando, através de um algoritmo, a informação que está a receber. A gama cromática empregue são cores vibrantes, saturadas e muito potentes. Segundo Daniel Canogar, “os ecrãs convertem-se no marco da obra e ao mesmo tempo tornam-se numa escultura”. Nesta obra intervieram programadores, engenheiros, informáticos, artistas e arquitectos.

O artista considera que a sua colaboração com o El Corte Inglés, permite “não só trabalhar com uma empresa muito significativa em Portugal e Espanha, como também trabalhar nas montras, um meio que é muito interessante para o contacto com o público”.

O principal conceito deste projecto de Daniel Canogar, que utiliza os produtos do site do El Corte Inglés, reflecte, por abstracção, a evolução do retalho e o processo de mudança que o mercado está a viver. Nas palavras do artista: “Actualmente, há uma mudança, uma transição entre as compras online, que estão a competir bastante com a forma como a loja física tem de comunicar com o cliente, ou seja, a montra. Este projecto faz uma análise dessa transição. Portanto, utilizo dados e informações do site do El Corte Inglés, criando uma abstracção que deseja captar o fluxo dessas informações. Para isso, uso algoritmos que servem como ponte entre o espaço físico que é a montra e o novo espaço online que está a levar o mundo do retalho a reinventar-se”.

 

Sobre Daniel Canogar

Nascido em Madrid (1964), filho de pai espanhol e mãe norte-americana, formou-se em fotografia quando se especializou durante um mestrado da Universidade de Nova Iorque e do Centro Internacional de Fotografia em 1990. Desde logo interessou-se pelas possibilidades da imagem projectada e a instalação artística. O seu percurso caracteriza-se pela criação de várias peças de arte em público com esculturas em ecrãs de LED flexíveis e rígidos de carácter monumental, assim como, uma série de projecções em vídeo sobre monumentos emblemáticos.

 

 

Sobre Emília Ferreira

Nascida em Lisboa (1963), é historiadora de Arte, ensaísta, curadora, autora de ficção. Actualmente, é directora do Museu Nacional de Arte Contemporânea.

 

 

Sobre Adelaide Ginga

Curadora do MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea / Museu do Chiado, Lisboa, desde 2008.

É licenciada em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, possui o grau de Mestre em História Contemporânea pela mesma universidade e MA em Organização de Curadoria e Exposições pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

 


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