Se esta personagem fosse um perfume: O Diabo Veste Prada
Se esta personagem fosse um perfume
O Diabo Veste Prada
O cheiro do poder, da ambição e dos outfits impossíveis de esquecer. Se as personagens de O Diabo Veste Prada fossem perfumes, seriam estes - elegantes, intensos e cheios de personalidade.
Algumas personagens têm uma energia tão específica que quase conseguimos imaginar o perfume que usam. E em O Diabo Veste Prada, cada uma delas teria claramente um perfume próprio: frio, viciante, elegante ou perigosamente ambicioso.
Entre poder silencioso, exaustão glamourosa e transformações quase irreconhecíveis, imaginámos as fragrâncias que poderiam viver no universo da Runway escolhidos pela personalidade, estética e aura de cada uma, para a ajudar a cheirar exatamente como estas personagens 👠✨
🖤 Miranda Priestly
A Miranda nunca usaria um perfume que tentasse ser agradável. O perfume dela teria de entrar numa sala exatamente da mesma forma que ela: sem pressa, sem esforço e com poder suficiente para deixar toda a gente desconfortavelmente consciente da própria presença.
O Fucking Fabulous tem essa arrogância elegante. O frasco preto mate parece mais um objeto de luxo do que um perfume, e o próprio nome funciona quase como provocação: excessivo, confiante e completamente indiferente à opinião dos outros.
Há qualquer coisa de frio e calculado nele. É o tipo de fragrância que pertence a alguém que consegue destruir uma carreira com um olhar… e continuar impecável enquanto o faz.
👠 Andy Sachs
No início, a Andy provavelmente acharia este perfume demasiado chamativo. Demasiado alto, demasiado glamouroso, demasiado distante da pessoa que ela acredita ser.
Mas é exatamente por isso que faz sentido.
O Very Good Girl tem a mesma dualidade da transformação dela: feminino e elegante à superfície, mas com uma confiança muito mais perigosa escondida por baixo. O salto agulha não parece um detalhe inocente — parece um aviso.
À medida que entra no universo da Runway, a Andy aprende que ambição e identidade nem sempre coexistem de forma pacífica. E este perfume vive precisamente nessa tensão: entre doçura e controlo, entre encanto e frieza, entre quem ela era… e quem percebe que pode tornar-se.
🔥 Emily Charlton
A Emily teria um perfume que ficasse na roupa até às três da manhã, misturado com café frio, hairspray e o caos de uma semana de moda.
O Black Opium tem exatamente essa energia: intenso, viciante e ligeiramente destrutivo. É o tipo de perfume de alguém que responde a emails com 39 de febre, sobrevive a café e nicotina emocional e transforma exaustão em estética.
Há qualquer coisa de excessivo nele, demasiado doce, demasiado escuro, demasiado presente. Tal como a Emily quando deixa de tentar parecer simpática e mostra o lado mais competitivo, cruel e obcecado.
🎨Nigel Kipling
O Nigel teria um perfume que não precisasse de tendências para parecer sofisticado. Algo subtil, elegante e quase impossível de explicar corretamente: porque as melhores coisas raramente são óbvias.
O Percival tem exatamente essa energia. Refinado sem esforço, limpo sem parecer banal e com aquela sensação de luxo silencioso que normalmente só se encontra em pessoas com verdadeiro sentido estético.
Enquanto toda a gente na Runway tenta desesperadamente parecer relevante, o Nigel já percebeu há muito tempo que o verdadeiro bom gosto está nos detalhes. E este perfume cheira precisamente a isso: experiência, visão criativa e a confiança tranquila de quem sabe sempre mais do que diz.



